quarta-feira, 22 de julho de 2020

Rede Estadual atinge primeiro lugar no ENEM 2019




A Rede Estadual de Ensino do Rio Grande do Sul alcançou o primeiro lugar no ranking do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

No comparativo com as redes estaduais das 27 unidades federativas, os alunos gaúchos obtiveram, em 2019, o melhor nível de proficiência em Redação e Prova Objetiva. As notas foram de 569,88 e 491,7, respectivamente. Os dados foram publicados no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), na quarta-feira, 1º de julho.

Em 2018, a Rede Estadual foi a quarta colocada em Redação, com nível de proficiência de 488,13. Já na Prova Objetiva, no mesmo ano, o desempenho foi de 503,2, o que garantiu a quinta colocação.

De acordo com o Secretário Estadual da Educação (Seduc), Faisal Karam, o resultado alcançado em 2019 é fruto da dedicação dos servidores e educadores da Rede. Além disso, segundo o Secretário, o monitoramento e o gerenciamento constante dos dados escolares, coordenados pelo Departamento de Planejamento da Seduc, foram fatores determinantes para que se atingisse essa colocação:
“Tivemos ao longo de 2019 diversas iniciativas, com o intuito de realizar correções no ensino do Rio Grande do Sul. Realizamos um trabalho focado na redução da evasão escolar e com contato próximo de escuta junto às escolas e à comunidade escolar por meio de projetos, como o “Seduc em Missão”. Acima de tudo, contamos com uma equipe interna de servidores e professores comprometidos que, mesmo diante de tantos desafios, trabalham de forma incessante para transformar a Educação do Estado”, destaca.

Na 3ª Região Escolar, que abrange 32 municípios e contempla 88 escolas, sendo 40 de ensino médio, as quais atendem 8831 alunos, obteve-se excelentes resultados no ranking estadual. Dentre as escolas selecionadas, cabe mencionar as dez melhores notas: A EEEM Pedro Rosa, localizada no município de Tabaí, classificou-se em 18º lugar, atingindo a média 577,22 (1º lugar na seleção regional); o Instituto Estadual Estrela da Manhã, IEEM, de Estrela, alcançou a média 567.73 (2º lugar); o Instituto Estadual Educação Monsenhor Scalabrini, de Encantado, atingiu 558.75 (3º lugar); as EEEM Gomes Freire de Andrade e Reynaldo Affonso Augustin, localizadas no município de Teutônia atingiram, respectivamente, as médias 557.65 e 546.4; o Colégio Castelo Branco, de Lajeado, alcançou a média 541.73; a EEEM Estrela, de Estrela, 538.37; a EEEM Ana Neri, de Marques de Souza, atingiu a média 537.94; a EEEM Santa Clara, do município de Santa Clara, 533.72, e a EEEB Érico Veríssimo, de Lajeado, 533.29.

Saiba mais:

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é uma prova realizada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), autarquia vinculada ao Ministério da Educação do Brasil, e foi criada em 1998. Ela é utilizada para avaliar a qualidade do ensino médio no país. Seu resultado serve para acesso ao ensino superior em universidades públicas brasileiras, através do Sistema de Seleção Unificada (SISU), assim como em algumas universidades no exterior.
Devido ao momento que o país está enfrentando, com as aulas suspensas em virtude do Coronavírus, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 sofreu alterações nas suas datas. As provas serão realizadas nos dias 17 e 24 de janeiro de 2021 (versão impressa) e nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro de 2021 (versão digital). As novas datas foram divulgadas pelo secretário-executivo do Ministério da Educação (MEC), Antônio Paulo Vogel, e pelo presidente do Inep, Alexandre Lopes, na quarta-feira, 8 de julho, em entrevista coletiva na sede do MEC, em Brasília, e por videoconferência.
Antônio Paulo Vogel afirmou que as novas datas do Enem 2020 foram definidas após vários diálogos com as secretarias estaduais de Educação e entidades representativas das instituições de ensino superior públicas e privadas. “Diante do cenário atual, buscamos uma solução técnica e encontramos uma data que melhor se adeque para a maioria dos participantes do Enem”, explicou Vogel.
Alexandre Lopes lembrou que mais da metade dos inscritos que responderam à enquete disponibilizada na última semana de junho, na Página do Participante, preferiu os meses de dezembro e janeiro. “A gente também está atendendo à necessidade destes alunos que votaram. Como dissemos desde o início, a enquete não seria o único parâmetro para a definição da data. Também ouvimos os secretários de Educação e demais representantes das entidades educacionais”, afirmou Lopes.

Fonte Seduc/Portal INEP/MEC

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